segunda-feira, 15 de julho de 2013

Acho que seria positivo dizer o pq de começar esse projeto. Primeiro não tenho intenção de ficar magra, minha principal intenção é melhor a qualidade de minha vida, com a pratica de exercício físico, e a satisfação de traçar uma meta e cumpri-la. A satisfação de não deixar algo pela metade, me saber capaz de realizar algo e não ser consumida pelo medo de fracassar. Sempre escutei que todos antes de morrer deveriam plantar uma arvore, escrever um livro e ter um filho. Pensando sobre essas três metas conclui:
1: já plantei uma arvore, na infância;
2: não sinto a menor inclinação materna;
3: realmente quero escrever um livro, mas um q em 200 anos depois da minha morte ainda sera lido.
Bem pensando por ja ter realizado uma das metas, não querer realizar outra e me achar muito despreparada para ultima, resolvi refletir o querer da vida enquanto a maturidade ainda não me encontra, veio a inspiração. Sonho em conhecer o berço da civilização ocidental, pra isso devo ter q atravessar o Atlântico, um motivacional a trabalhar muito. A historia da Maratona sempre me encantou, e fora ver a satisfação depois de cada corrida estampada no rosto da minha irmã, me vez indagar, pq não eu? eu posso se quiser. Assim, não de maneira tão fácil, projetei meus ideais, o pomo dourado de minha existência.
1: atravessar o atlântico;
2:completar, correndo, uma maratona;
3: escrever um livro.

Durante os próximos meses deixarei aki o relato rumo a concretizar a meta 2, a que mais vai exigir de mim perseverança.
Corpo são, mente sã.
Diário de bordo
Planeta Terra
Dia 1º

Hoje, segunda-feira, 15 de julho de 2013, se iniciou minha jornada rumo a completar uma maratona. Uma das minhas metas de vida. Começou com minha personal irmã, Denise, tirando minhas medidas, depois andamos por 32 minutos e encerrei pulando corda.
Minha primeira imprenssão é a mesma de qualquer sedentário que decide mudar seus hábitos diários, de desistir na primeira mostra de dificuldade, sei que estou longe dos meus 100% e o meu maior inimigo é a minha mente, pois quando tudo começou a apertar, a dorzinha nos pés, a respiração ofegante, eu quis desistir, e desisti durante algum tempo e pensei “ Ser gordo é legal”. Não é que ser gordo não seja legal, sou a favor da pessoa ser feliz do jeito que é, o que não é legal, e essa é minha fonte de vergonha, é desisti sem tentar, é ver a dificuldade e não encarar. Eu sou feliz com o meu corpo, não sempre, já que tenho toda uma indústria me dizendo “você não é bonita”, mas na maioria das vezes e não vou começar essa jornada com objetivo de alcançar um padrão de beleza, mas para sentir que fiz algo na vida, que comecei e não desisti de um sonho.

Aprendi hoje duas coisas muito importantes a primeira é riscar o verbo desistir do meu vocabulário. A segunda se alimente corretamente porque para completar meu infortúnio passei mal por não ter comido direito.